Chá Quente

Jornalismo de tecnologia. Por Guilherme Felitti.

o YouTube Live chega ao Brasil ainda em novembro

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um furo veiculado na Info Online.

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YouTube Live chega ao Brasil com Luan Santana e duplas sertanejas

O YouTube realizará sua primeira transmissão ao vivo de um show no Brasil, iniciativa conhecida com YouTube Live, em 30 de novembro, com foco na música sertaneja.

O evento acontecerá em uma casa de shows paulistana e será fechado apenas para convidados, com transmissão gratuita ao vivo pela internet.

Luan Santana será um dos artistas que participarão do evento, segundo confirmação oficial dada pela assessoria de imprensa do cantor.

Fontes afirmam tambémque outros artistas sertanejos, como as duplas Victor & Leo e Bruno & Marrone, deverão se apresentar.

O YouTube Live no Brasil contará com apoio da gravadora Sony Music e patrocínio da Skol, duas empresas já associadas ao Google Brasil desde o projeto Palpita Brasil.

Anunciado para a Copa do Mundo, o Palpita Brasil envolveu parceria com a Sony Music e a ESPN como nova forma de monetizar o YouTube.

O evento contava com quatro cotas de patrocínio, compradas por Sony Electronics, Vivo, Volkswagen e Skol.

Em novembro de 2008, o Google promoveu o primeiro YouTube Live, misturando convidados musicais, como Katy Perry, Akon e will.i.am, com personalidades de sucesso no site, como Tom Dickson, da websérie Will It Blend.

Desde então, artistas vêm promovendo transmissões ao vivo de shows a partir dos seus canais no YouTube, como já aconteceu com Jon Bon Jovi e U2.

O canal da Casa Branca no YouTube também já transmitiu ao vivo discursos do presidente norte-americano, Barack Obama.

Questionada sobre YouTube Live no Brasil, o Google não confirmou nem negou a informação, alegando que estuda sempre maneiras de explorar novas oportunidades no país.

Written by Guilherme Felitti

November 13th, 2010 at 7:22 pm

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carta capital: sobre o vácuo tecnológico nas periferias

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(Publicado originalmente no site da Carta Capital)

A natureza abomina o vácuo. A frase, usada supostamente para que Aristóteles conseguisse explicar a teoria física de que todo espaço é sempre preenchido por algo, pode muito bem ser aplicada pela maneira como o papel das LAN houses vem se modificando no mercado de internet do Brasil.

Dados da pesquisa TIC Domicílios 2009, divulgados pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) em abril, mostram que, no ano passado, os brasileiros acessaram a internet mais a partir de casa do que a partir das LAN houses (48% contra 45% dos acessos nacionais, respectivamente).

Vale lembrar que os dados do CGI.br não contemplam iniciativas de popularização de conexões de banda larga, como pacotes populares oferecidos em São Paulo a partir do final de 2009, ou o Plano Nacional de Banda Larga, oficializado pelo Governo Federal em maio mas ainda longe de se tornar realidade.

O principal motivo pela liderança da LAN house desde 2006 estava no valor: o preço de uma conexão doméstica era bastante alto, ainda que programas federais, como o Computador para Todos, tenham barateado o custo dos equipamentos. A inclusão digital batia no teto, como já discutimos aqui, pela carência de conexões.

Na falta de um “Banda Larga para Todos”, a estabilidade econômica foi suficiente para que a adoção das conexões domésticas crescesse, aponta o coordenador do CETIC.br, Alexandre Barbosa.

A classe C, finalmente, começou a contratar planos domésticos de banda larga, impulsionando o mercado nacional. Some a isto os programas de incentivo da adoção de banda larga e temos uma tendência que deverá se aprofundar nos próximos anos.

É cedo, porém, para imaginar o fim das LAN houses por dois motivos: a penetração de banda larga suficiente para que todos tenham conexões domésticas ainda deve demorar alguns anos e há uma transformação em curso que amplia o papel da LAN house dentro das comunidades carentes.

Alguns dos exemplos passam longe da trivialidade de serviços complementares como digitação de trabalho, venda de chiclete ou cópia de documentos.

“A LAN house pode virar também um centro de consumo financeiro informal. No interior do Brasil, conheço casos de moradores que queriam comprar passagem de avião e o dono emprestava o cartão e fazia até um crediário improvisado”, afirma Carla Barros, pesquisadora da ESPM que estuda o impacto da LAN house nas comunidade de Vila Canoas e Dona Marta, no Rio de Janeiro.

O que Carla percebeu até agora é que a relevância da LAN house entre os moradores vai além dos games online ou da rede social. Em ambientes com poucas opções de lazer, os atendentes assumem a função de guia, ensinando como explorar serviços municipais online, indicando novos sites ou games e selecionando músicas do seu gosto para carregar no MP3 player de quem frequenta a LAN house.

E aí caímos de novo na frase da introdução. Em periferias carentes de alternativas, as LAN house ocupam não apenas os espaços abertos pela exclusão digital, mas também pela financeira, pela educativa e pela de entretenimento. Elas deixam de ser lugares onde os mais jovens assistem a vídeos no YouTube e jogam World of Warcraft e se transformam em centros de inclusão da sociedade.


Não por coincidência, as LAN houses começam a chamar atenção para o potencial de empreendedorismo que representam. Entre os finalistas do prêmio Conexão Cultura, por exemplo, você encontra algumas que abrigam cursos profissionalizantes ou oferecem acesso a deficientes visuais.

Primeiro passo na regulamentação da atuação das LAN houses, o Projeto de Lei 4361/04, em tramitação na Câmara dos Deputados, não elimina o vácuo, entretanto facilita o caminho de quem luta contra ele.

Written by Guilherme Felitti

June 23rd, 2010 at 6:33 pm

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o artigo sobre desenvolvimento da blogosfera no Brasil

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Cá está a primeira parte pública da dissertação de mestrado. O artigo apresentado na Divisão Temática Multimídia do Intercom Sudeste 2010, que rolou em Vitória entre os dias 13 e 15 de maio, é uma adaptação do terceiro capítulo da dissertação.

O artigo compara marcos da blogosfera no Brasil com o desenvolvimento norte-americano nas categorias Pioneiros, Ferramentas e Visibilidade. A bibliografia é pequena já que o artigo foi, em sua maioria, escrito a partir de apurações com quem participou de episódios relatados no artigo.

O capítulo foi diminuído das 27 páginas apresentadas para a banca em dezembro para as 15 exigidas como limite máximo pela organização do Intercom. Para cair pela metade, cortei bastante a introdução, detalhando as primeiras conexões acadêmicas no Brasil e o consequente nascimento da web comercial.

Deixei de fora uma quarta categoria de comparação (Adoção Corporativa) tanto pela necessidade de cortar o texto como pela falta de profundidade da análise original. Se a dissertação avançar além da academia, penso em aprofundá-la para voltar trazê-la novamente.

Como ainda quero aproveitar capítulos em outros simpósios de comunicação (que exigem material inédito), a íntegra da dissertação ainda não vem pra cá.

Dúvidas, sugestões e o escambau, os comentários e o email ali do lado estão abertos.

Written by Guilherme Felitti

May 25th, 2010 at 12:10 pm

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a apresentação no intercom vitória

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A organização do Intercom Sudeste 2010, que rola em Vitória entre os dias 13 e 15 de maio, divulgou a programação de apresentação dos trabalhos inscritos na Divisão Temática (meu caso).

Participo da mesa 1 do DT5, reservado aos artigos sobre Comunicação Multimídia, no dia 13 de maio às 14h00 na sala04 do prédio Bob Esponja (sério!) da Universidade Federal do Espírito Santo. A programação completa está disponível em arquivo DOC.

Rememorando: meu artigo “Marcos e diferenças: comparando o desenvolvimento da blogosfera nos Estados Unidos e no Brasil”, uma versão adaptada do terceiro capítulo da minha dissertação de mestrado, foi aceito. A apresentação dura 15 minutos (PowerPoint style) com 15 minutos de debate.

Written by Guilherme Felitti

May 3rd, 2010 at 8:43 pm

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a volta da carta capital

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Segundo projeto engatilhado em 2010 (podcast foi o primeiro): depois de um ano congelada pelo mestrado, a coluna mensal na Carta Capital online voltou hoje, abordando como anda a transparência pública online no Brasil. Será mensal.

Written by Guilherme Felitti

April 7th, 2010 at 9:29 pm

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um novo podcast

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Com um certo atraso (ah vá!), um recado: eu e Daniela Braun voltamos aos podcasts com o Podcast Zero, nome provisório que publicaremos quinzenalmente aqui dentro do Chá.

O programa segue um modelo parecido ao finado Now! Café, com tecnologia servindo como condutor, mas explorando outros assuntos sem relação direta com sites, ações, análises e o escambau, como culinária, filmes, músicas e programas em São Paulo.

O disclamer, já gravado na primeira edição, vai aqui por escrito : o podcast é um esforço pessoal nosso e não tem qualquer relação com a estratégia de podcasts do Now!Digital Business, que edita o IDG Now!.

Tal qual o Now!Café, a participação da audiência continua sendo fundamental. Por isto, criamos um blog onde o Podcast será publicado aqui dentro do Chá.  Na próxima semana sai o segundo.

Se tem opinões, elogios, pedradas, sugestões de nome ou está carente e cansou de ligar pro CVV, dá um pulo lá nos comentários.

Written by Guilherme Felitti

March 2nd, 2010 at 1:04 pm

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sobre o término do mestrado

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Acabou meu mestrado. Na sexta-feira, 4 de dezembro, defendi minha dissertação, chamada “Blogues: debates sobre 3 perspectivas e desenvolvimento do fenômeno no Brasil”. Tirei 10, ganhei mais elogios que esperava, respondi algumas dúvidas, acatei a maioria das sugestões, fui recomendado a reutilizar a dissertação em artigos acadêmicos e até mesmo a possibilidade de uma bolsa-sanduíche (mezzo no Brasil, mezzo lá fora) foi aventada para um doutorado.

(Lá no Flickr você pode ver algumas fotos da banca, feitas pelo chapa Melão)

Parece-me que vale a pena abordar alguns pontos após o final do mestrado. No lado das dificuldades, a principal foi a mistura entre as linguagens acadêmica e jornalística. Na hora de escrever os primeiros textos, era inevitável que o formato acadêmico, mais rígido e permeado por citações, se encaminhasse para o jornalístico, principal motivo das porradas (justas, há de se dizer) na qualificação.

Era preciso ficar atento à redação no período entre a qualificação e o depósito, quando a dissertação foi profundamente alterada, ganhando nova estrutura e jogando no lixo grande parte do que havia sido apresentado para a banca. A reestruturação trouxe como consequência direta o fato que, de agosto e outubro, usei praticamente TODO tempo livre que tive para o mestrado. Confesso: não é nada agradável, principalmente às pessoas que te cercam.

Outra dificuldade foi a falta de registro do mercado de internet no Brasil. Contraditoriamente a uma mídia onde guardar cópias (de páginas e documentos) é algo barato, são poucos e mal organizados os registros históricos do mercado online no País, o que inevitavelmente compromete a qualidade das análises baseadas em dados. Tive até mesmo dificuldade de arrumar informações precisas com os portais das suas próprias ferramentas de blog.

Exemplos raros disto são o livro “Os bastidores da internet no Brasil“, do chapa Edu Vieira, e o excepcional artigo “A Evolução das Redes Acadêmicas no Brasil“, de Michael Stanton. O primeiro fala sobre os investimentos que levaram à formação dos players do mercado de internet no Brasil, principalmente os portais, enquanto o segundo se concentra na maneira como as universidades nacionais começaram a se conectar às redes acadêmicas norte-americanas, principalmente à Bitnet.

Além de trocas de e-mails, cafés e mensagens instantâneas com pessoas envolvidas com blogs no Brasil, o terceiro capítulo da dissertação partiu de uma precisa compilação de marcos da blogosfera nacional feita pelo Alexandre Inagaki à revista Época da última semana de julho de 2006. A lista, vale lembrar, serviu de ponto de partida para uma apuração mais aprofundada das categorias que a dissertação se propunha a comparar com os Estados Unidos: ferramentas, visibilidade, pioneiros e adoção corporativa.

A promessa de publicar o PDF na íntegra aqui após as sugestões da banca na defesa não rolará, pelo menos até que alguns (um, dois ou três) artigos acadêmicos sejam adaptados e publicados em congressos, algo que exige ineditismo. Assim que o número estiver fechado e os artigos na rua, o PDF vem pra cá para ser baixado sem qualquer drama sob licença Creative Commons. Há ideia de reaproveitar o conteúdo de outra forma, mas a gente conversa sobre isto mais tarde.

Por fim, assim que saí da banca me lembrei do Piquet falando sobre o que mudou na sua vida após ganhar seu primeiro mundial de Fórmula 1 em 1983. Começa aos 16 segundos.

Written by Guilherme Felitti

January 7th, 2010 at 11:16 pm

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a banca de mestrado tem data e hora

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A quebra no silêncio tem ótimo motivo: a banca de defesa da minha dissertação de mestrado está marcada. Será no dia 4 de dezembro, uma sexta-feira, às 14h no auditório 1 do prédio do TIDD, que fica na rua Caio Prado, número 102.

A defesa é aberta a todos e, desnecessário dizer, gratuita. Vale aqui uma ressalva: defesas de mestrado são chatas. O mestrando explica o trabalho, a banca dá seu parecer, o mestrando responde às críticas e a nota é dada, numa dinâmica polvilhada por citações, explicações sobre decisões acadêmicas e um ou outro puxão de orelha.

Em suma, não é algo divertido. Ainda assim, se tua tarde estiver tranquila demais e você tiver umas horinhas livres para gastar, apareça. A bebedeira depois está garantida.

A dissertação se chama “Blogues: debates sobre três perspectivas e desenvolvimento do fenômeno no Brasil” e é dividida em quatro capítulos. O primeiro, a espinha dorsal acadêmica do trabalho, discute três perspectivas sobre as quais os blogs podem ser entendidos – estrutural, práticas e conversacional.

No segundo capítulo, o debate aborda a distinção do blog como gênero para o blog como mídia, passando por alguns marcos históricos que justifiquem as tipificações anteriores.

O terceiro compara as semelhanças e diferenças do desenvolvimento dos blogs no Brasil e nos Estados Unidos em quatro categorias: Pioneiros, Ferramentas, Visibilidade e Adoção Corporativa.

Por fim, o quarto capítulo analisa três blogs brasileiros relevantes à dissertação, principalmente à discussão do primeiro capítulo: o Para Francisco, da designer mineira Cris Guerra; o Correndo Atrás, do subeditor de arte da Globo.com Mario Guilherme Vasconcelos; e o AllesBlaus, blog coletivo criado pela publicitária Juliana Maria da Silva.

(ZZZzzzzzzzzzzzzz….. pronto, já pode acordar. O papo acadêmico chato acabou)

A banca será composta pelo Marcelo Coutinho, ex-Ibope; pela Pollyana Ferrari, pesquisadora e professora de jornalismo digital; e pela Lúcia Leão, orientadora da dissertação.

O Demi Getschko, presidente do NIC.br e pai da web no Brasil, e o Sérgio Amadeu, pesquisador e professor de cultura digital, são os suplentes.

Após a banca, pretendo mexer no PDF para acomodar as possíveis sugestões e críticas. Publico-o aqui assim que a revisão tiver terminado. Dúvidas, mande-me um email que respondo com prazer.

Written by Guilherme Felitti

November 27th, 2009 at 6:53 pm

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a grana dos blogs: 0,41 de 23,7

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Last year the total spent on blog advertising in the United States was a mere $411 million, according to researcher eMarketer. That represents only a sliver of the $23.7 billion spent on U.S. Internet ads last year, which is itself only a fraction of the $276.8 billion spent on all forms of advertising in the U.S. By 2012 blog ad spending will reach $746 million, while overall online ad spending will hit $32 billion, eMarketer says. More money was spent on e-mail advertising last year than was spent on blog advertising—yet you don’t see anyone touting e-mail as the next big billion-dollar media business.

Advertisers shy away from blogs because they’re too unpredictable and because few blogs attract anything approaching a mass audience—and even those that do face so much competition that ad rates remain pitifully low. “A lot of expectations are coming down in terms of monetizing social media,” says Paul Verna, an analyst with eMarketer. ” People have not figured out a clear way to monetize some of these vehicles.” The bad economy compounds the problem, Verna says, but the real issue is “the lack of a clear business model that can generate substantial revenues.”

Ele pode ser esquentado demais pro teu gosto, mas o Daniel Lyons é um sujeito que pega na ferida aberta, seja do lado de quem consome a mídia como de quem a faz. O alvo da vez na Newsweek é a monetização da blogosfera.

Eu de vez em quando corro os olhos pelo texto que ele escreveu sobre o atual cenário de redações e me surpreendo o quão fácil o cara colocou em palavras um sentimento comum naquela fase “primeiros anos pór-formatura”.

O cara não tem só senso de humor. Tem também dois pés no chão.

Written by Guilherme Felitti

February 9th, 2009 at 3:20 pm

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vídeo online: perspicácia, roteiro e uma flip

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Na Campus Party em que qualquer gritaria era razão pra dezenas de câmeras em punho, eu admito pra ti um certo orgulho por ter participado diretamente da produção e roteiro dos quatro vídeos acima pro IDG Now! – houve ainda um quinto, sobre case mods, publicado em estado privado para apreciação interna pela captação de áudio da Flip prejudicada pelo excesso de barulho.

Certo orgulho porque são poucos os vídeos publicados sobre a Campus Party Brasil que ou não estou exageradamente crus, com os balanços dos braços que não aguentam segurar a câmera ou o celular por muito tempo, ou exageradamente compostos, com vinhetas, edições, efeitos e tal.

Existe uma espontaniedade que, desde o início, foi algo que eu e o Cauã tentávamos traduzir para vídeos feitos apenas com um Flip e uma idéia nas mãos. Prove: veja os vídeos e capte qualquer tipo de efeito ou edição mais sofisticada. Não há. Há planos, cortes, narrações em off e, mais importante, histórias.

Certo orgulho porque os vídeos (e toda a reverberação – clique em Estatísticas & dados em cada um para ver de onde as pessoas estão vindo) são frutos muito mais do esforço próprio que do incentivo corporativo.

Em conversas de corredores tanto com o Rodrigo Martins, do Link, como com a Vanessa Nunes, da Zero Hora, chegou a uma mesma situação padrão para os veículos de mídia estabelecida presentes na Campus Party: há a pressão pelos vídeos, falta a orientação, personificada apenas em equipamentos nem sempre próprios para vídeos de qualidade.

Na busca por referência não apenas para um mínimo de qualidade, mas também pra dominar a linguagem do vídeo no estilo “Se vira nos 30″ das redações, duas dicas já dadas no Now! Café 30: os webcasts da BBC com lições básicas de enquadramento e uso de câmera e o Boing Boing TV provando que, com o mínimo de investimento e perspicácia do repórter fazem ótimos webcasts.

Written by Guilherme Felitti

January 31st, 2009 at 3:21 pm

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