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	<title>Chá Quente &#187; revistas</title>
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	<description>Jornalismo de tecnologia. Por Guilherme Felitti.</description>
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		<title>o dicionário pop-up do New York Times</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2007 00:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Felitti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A maioria dos planejamentos veículos online, principalmente os de nicho, como tecnologia, contam com um glossário &#8211; ao se deparar com um termo técnico ou complicado, o usuário clica sobre ele e um pop-up traz a explicação. Não tinha visto nenhum funcionar até que o habituê do Chá e editor do OLPCitizen, Meira Rocha, alertou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos planejamentos veículos online, principalmente os de nicho, como tecnologia, contam com um glossário &#8211; ao se deparar com um termo técnico ou complicado, o usuário clica sobre ele e um pop-up traz a explicação.</p>
<p>Não tinha visto nenhum funcionar até que<a href="http://felitti.wordpress.com/2007/03/19/os-criticos-do-nytimes-e-a-digitalizacao-do-cinema/#comment-444" target="_blank"> o habituê do Chá</a> e <a href="http://olpcitizen.blogspot.com/" target="_blank">editor do OLPCitizen,</a> Meira Rocha, alertou na<a href="http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=lista" target="_blank"> lista do Jornalistas da Web</a>: <a href="http://www.nytimes.com/" target="_blank">o tradicional New York Times</a> implementou o sistema sem um banco de termos próprio, mas usando o Answers.</p>
<p>Clique duas vezes sobre qualquer termo de matérias do NYTimes (<a href="http://www.nytimes.com/2007/05/04/education/04laptop.html?_r=1&amp;oref=slogin" target="_blank">como esta sobre escolas abandonando notebooks na sala de aula pela falta de resultados práticos </a>- <a href="http://felitti.wordpress.com/?s=notebooks" target="_blank">que ironia</a>), e uma nova janela mostra seu significado.</p>
<p>Algo como o iG fazia com seus sites parceiros &#8211; o termo clicado, no caso, era buscado pela péssima ferramenta de busca então do portal.</p>
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		<title>geek e designers aí ao lado</title>
		<link>http://www.chaquente.com/2007/05/03/geek-e-designers-ai-ao-lado/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2007 23:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Felitti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A barra de contatos aí ao lado (leitor de RSS, vem pra cá por um instante só) ganhou três blogs que valem o clique. De um lado o garoto-prodígio Dênis Rodrigues humilha geral com sua técnica em alguns dos seus melhores desenhos &#8211; seja pra editoras, seja pra consumo próprio. Do outro, o nem tão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A barra de contatos aí ao lado (leitor de RSS, vem pra cá por um instante só) ganhou três blogs que valem o clique.</p>
<p>De um lado <a href="http://denisdme.blogspot.com/" target="_blank">o garoto-prodígio Dênis Rodrigues </a>humilha geral com sua técnica em alguns dos seus melhores desenhos &#8211; seja pra editoras, seja pra consumo próprio.</p>
<p>Do outro, o nem tão garoto Flávio Remontti assume difinitivamente sua tara por carros, brinquedos, sketches e coisas fofinhas <a href="http://fremontti.blogspot.com/" class="broken_link"  target="_blank">no seu Designs e Afins</a>.</p>
<p>Já a blogosfera geek ganhou peso (literalmente também) com <a href="http://mnagano.wordpress.com" target="_blank">a chegada de Mário Nagano</a>, recém batendo suas próprias asas, ao blog.</p>
<p>Não se engane pelo pato fumando um cigarro &#8211; Naganão vai tratar só de tecnologia roots.</p>
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		<title>blogsxmídia: dois casos do jornalismo online</title>
		<link>http://www.chaquente.com/2007/04/20/blogsxmidia-dois-caos-do-jornalismo-online/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 23:04:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Felitti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Duas posições do Chá quanto a recentes casos de jornalismo online. 1 &#8211; Me espanta assustadoramente a completa falta de tato com que alguns figurões da grande mídia norte-americana abordaram o norte-americano Paul no seu blog do Live Journal. Kate, a namorada de Paul, estava em uma das classes da Virginia Tech quando Cho Seung-Hui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas posições do Chá quanto a recentes casos de jornalismo online.</p>
<p>1 &#8211; Me espanta assustadoramente a completa falta de tato com que alguns figurões da grande mídia norte-americana abordaram o norte-americano Paul no seu blog do Live Journal.</p>
<p>Kate, a namorada de Paul, estava em uma das classes da Virginia Tech quando Cho Seung-Hui atacou o campus atirando. Com ele, <a href="http://www.msnbc.msn.com/id/18138369/" target="_blank">32 pessoas morreram</a>. Kate não foi uma delas e ligou para Paul para tranquilizá-lo.</p>
<p><a href="http://icantread01.livejournal.com/103060.html?page=1#comments" target="_blank">Nas 7 páginas de comentários do seu post</a>, são 9 os convites de grandes conglomerados de comunicação pedindo que Paul fale. Alguns enviam condolências. Outros tratam o assunto com uma impessoalidade além do que a profissão pede.</p>
<p><a href="http://icantread01.livejournal.com/103060.html?thread=199572#t199572" target="_blank">É o caso de Desiree Adib</a>, produtora (a ou o?) da ABC News.</p>
<blockquote>
<blockquote>
<blockquote>
<blockquote>
<p align="left"><a href="http://icantread01.livejournal.com/103060.html?thread=199572#t199572" target="_blank"><em>&#8220;please call me, im an abc news producer<br />
desiree.adib@abc.com<br />
or 212 456 7682<br />
thanks.&#8221; </em></a></p></blockquote>
</blockquote>
</blockquote>
</blockquote>
<p>Da ABC e ainda pedindo &#8220;por favor&#8221;? Grande bosta.</p>
<p>2 &#8211; A manchete é <a href="http://slashdot.org/articles/07/04/19/169208.shtml" target="_blank">&#8220;HP Stops Selling Printers, Starts Selling Prints&#8221;</a>. A reação é ligar para a HP. A frustração com o Slashdot, que já foi muito mais sério e preciso, é crescente &#8211; lembra <a href="http://felitti.wordpress.com/2007/03/14/a-midia-indiana-come-bola-no-orkut-e-o-slashdot-engole/" target="_blank">do caso do Orkut na Índia</a>?</p>
<p><a href="http://www.zdnet.com.au/news/hardware/soa/HP-offers-Australia-cutting-Edge-printing/0,130061702,339274933,00.htm" target="_blank">A matéria da ZDNet</a>, que motivou o post, não cita o fim de produção de nenhuma linha e se aplica apenas ao mercado australiano (!). De impreciso, o título se mostra completamente falso.</p>
<p>*</p>
<p>A grande mídia e a blogosfera dão bons e maus exemplos de interação.</p>
<p>E ainda teve blogueiro/jornalista que acreditou que os blogs/jornais iam atropelar os blogs/jornais. Tsc tsc.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>a história por trás do Moto-A-Porter</title>
		<link>http://www.chaquente.com/2007/04/18/blogs-e-empresas-a-historia-por-tras-do-moto-a-porter/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2007 22:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Felitti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante o São Paulo Fashion Week, a Motorola resolve convocar blogueiros nacionais e internacionais para cobrir o evento de moda sob o Moto-A-Porter, blog coletivo de moda que gerou debates sobre a validade de uma empresa incentivar o &#8220;peer-content&#8221; . Por meio do Blue Bus, Marcelo Tas saiu a público criticando a iniciativa por ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante o São Paulo Fashion Week, a Motorola resolve convocar blogueiros nacionais e internacionais para cobrir o evento de moda<a href="http://www.motoaporter.com.br/blog/" class="broken_link"  target="_blank"> sob o Moto-A-Porter</a>, blog coletivo de moda que gerou debates sobre a validade de uma empresa incentivar o &#8220;peer-content&#8221; .</p>
<p>Por meio do Blue Bus, Marcelo Tas saiu a público <a href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/arch2007-01-16_2007-01-31.html" target="_blank">criticando a iniciativa por ser &#8220;plantada&#8221; pela Motorola</a>. O fundador e editor do Blue Bus, Júlio Hungria, concordou com Tas, afirmando achar <a href="http://www.bluebus.com.br/show.php?p=1&amp;id=74373&amp;st=busca" target="_blank">&#8220;incômoda (para a internet) a promessa dos &#8216;maiores blogueiros do mundo&#8217;&#8221;</a>.</p>
<p>A reação foi imediata: no seu blog e no Moto-A-Porter,  Marisa Toma, do Objeto de Desejos, <a href="http://www.objetosdedesejo.com/2007/blue-bus-detonando-o-moto-a-porter/" target="_blank">classifica o comentário de Tas como um &#8220;ataque de ciúmes&#8221; </a>e clama a cobertura dos 21 blogs como honesta, mesmo atrelada a uma marca.</p>
<p>O que você não sabe é que a própria Motorola se sentiu incomodada com a polêmica. A começar pelos comentários no post de Marisa no Moto-A-Porter &#8211; alguns deles foram publicados, de maneira anônima, por funcionários da Ag_407, que coordenou o projeto.</p>
<p><a href="http://www.motoaporter.com.br/blog/?p=698#comment-195" class="broken_link"  target="_blank">O comentário número 10, de &#8220;ed&#8221;</a>, por exemplo, foi publicado por Alex Schönburg, sócio da Ag_407, apresentado poucos argumentos plausíveis (&#8220;Come one&#8221;???) &#8211; as informações vêm de envolvidos extremamente confiáveis.<strike></strike></p>
<p>Mais que isto: após o IDG Now! questionar a Motorola sobre  o pagamento de blogueiros nacionais e internacionais, sua assessoria acionou a responsável por fazer a ponte entre a Ag_407 e os blogueiros.</p>
<p>Um e-mail foi disparado afirmando que, caso jornalistas perguntassem sobre remuneração, blogueiros deveriam responder que estavam nesta não pelo dinheiro, mas pela &#8220;iniciativa inovadora&#8221;e pela &#8220;maravilhosa oportunidade&#8221; de fazer o blog.</p>
<p>A resposta polida da Motorola se transformou <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/blog_dos_blogs/archive/2007/01/24/blogueiros-da-motorola-invadem-a-so-paulo-fashion-week/?searchterm=motorola">em post no Blog dos Blogs</a>, do editor do Now!, Ralphe Manzoni Jr.</p>
<p>Por fim, a Motorola emprestou a cada blogueiro um aparelho MotoRizor Z3 para tirar fotos e fazer vídeos para o blog, prometendo que o aparelho seria do blogueiro. O evento de moda terminou no dia 29 de janeiro.</p>
<p>Setenta oito dias (and counting) após o SPFW, o celular ainda não foi entregue. Jabá? Cada um escolhe se aceita ou não, mas prometer e não cumprir é, no mínimo, deplorável por parte de  uma grande empresa.</p>
<p>Em outubro do ano passado, a Nokia, concorrente mundial da Motorola, fez uma campanha silenciosa na blogosfera, pagando para blogs como o <a href="http://www.sedentario.org/blog/?page_id=2589" target="_blank">Sedentário&amp; Hiperativo </a>e <a href="http://www.gamereporter.org/2006/10/continuo-achando-que-um-game.html" class="broken_link"  target="_blank">GameReporter </a>para divulgar boatos sobre o tal de Mysterious Ad.</p>
<p>Comenta-se que a empresa pagou 500 reais a cada blogueiro pela divulgação. O buzz rendeu &#8211; <a href="http://www.bluebus.com.br/buscant.php" target="_blank">veja no BlueBus,</a> <a href="http://www.flickr.com/photos/mysterious-ad/" target="_blank">no Flickr </a>e <a href="http://www.technorati.com/search/%22mysterious+ad%22?language=pt&amp;authority=n" target="_blank">no Technorati</a>.</p>
<p>Outras empresas já investem na blogosfera nacional com ações de marketing não tão camufladas como a Nokia &#8211; veja a Antártica e os Estúdios Fox com blogs como o Jacaré Banguela, blog do Noel e Marmota.</p>
<p>Até mesmo a Nissan, em sua perigosa campanha <a href="http://felitti.wordpress.com/2007/03/24/a-nissan-faz-a-perigosa-mistura-de-publicidade-e-conteudo/" target="_blank">da suposta volta da banda &#8220;The Uncles&#8221;</a> para vender o sedã Setra, <a href="http://kibeloco.blogspot.com/2007_03_01_archive.html#3648744925649849957#3648744925649849957" target="_blank">recorreu </a>à <a href="http://www.jacarebanguela.com.br/?ver=2600" target="_blank">blogosfera</a> (seria irresponsabilidade dizer se por pagamento ou não).</p>
<p>Na teoria, a iniciativa da Motorola é louvável. Mas sua prática enrolou-se no mesmo corporativo que empresas aplicam na hora de tratar com blogs, vistos como meios de divulgação baratos.</p>
<p>Mais triste ainda notar um certo deslumbramento de quem participou &#8211; veja o e-mail enviado por uma das blogueiras para &#8220;convencer&#8221; seus colegas. Assim, a seriedade se manterá a quilômetros de distância da blogosfera brasileira.</p>
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		<title>a The Economist e o iPod dos livros (ou literatura 1.5)</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2007 03:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Felitti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A The Economist da semana passada trouxe uma ótima matéria sobre a suposta mudança que os leitores deverão experimentar na (atualmente) simples ação de ler com a digitalização de livros em curso &#8211; hoje, liderada pelo Google e seu Books. A notícia vai ao ponto que você está pensando. There is an obvious analogy between [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A The Economist da semana passada trouxe <a href="http://www.economist.com/books/displaystory.cfm?story_id=8881446" target="_blank">uma ótima matéria sobre a suposta mudança que os leitores deverão experimentar</a> na (atualmente) simples ação de ler com a digitalização de livros em curso &#8211; hoje, liderada pelo Google e seu Books.</p>
<p>A notícia vai ao ponto que você está pensando.</p>
<blockquote><p><em>There is an obvious analogy between what Apple&#8217;s iPods have done to <span class="scaps">CD</span> players and what electronic books may do to the printed page, but the shift is unlikely to be quite so comprehensive. The simplest difference is that transferring one&#8217;s old music <span class="scaps">CD</span>s onto iPods is easy, whereas transferring one&#8217;s old books onto an e-book is impossible.</em></p></blockquote>
<p>Num mercado com potencialmente 10 milhões de livros digitalizados só pelo Google (contas da publicação), onde está o iPod dos livros? Seria caso não só de dizer que a <a href="http://www.sony.com/reader " target="_blank">Sony saiu na frente com seu Reader</a>, mas que foi a única a largar.</p>
<p>O aparelho, semelhante a um smartphone, recebeu <a href="http://www.weeklystandard.com/Utilities/printer_preview.asp?idArticle=13447&amp;R=112B5EEE1" class="broken_link"  target="_blank">elogios do crítico da revista Weekly Standard</a>, David Skinner, pela presença do papel eletrônico, que dá o mesmo contraste ao e-livro que as  encadernações de papel &#8211; esta sempre foi a principal dificuldade de quem se arriscou no setor.</p>
<p>Em seu blog, de onde o link de Skinner foi retirado, <a href="http://pedrodoria.nominimo.com.br/?p=1499" class="broken_link"  target="_blank">Pedro Dória discorre sobre  o impacto do iPod na sua vida </a>e remete a um fetiche com sua prateleira de livros crivada de lombadas coloridas.</p>
<p>Encarar o Reader como <a href="http://www.flickr.com/search/?q=bookshelf&amp;w=all" target="_blank">ameaça às sempre belas prateleiras de livros</a> (Guilherme book freak) é como imaginar que vinis e CDs seriam dizimados com o iPod &#8211; colecionadores sempre terão seu espaço.</p>
<p>A transição para o e-livro, porém, deverá demorar ainda mais que a música digital, a começar pela escassez digital da literatura &#8211; a <a href="http://last.fm" target="_blank">Web 2.0</a> <a href="http://www.pandora.com" target="_blank">tem </a><a href="http://hypem.com" target="_blank">tantos </a><a href="http://www.odeo.com" target="_blank">exemplos</a> <a href="http://www.radioblogclub.com/" target="_blank">com </a><a href="http://www.jamendo.com/" target="_blank">música</a>, mas alguém conhece algum com livros?</p>
<p>O Reader também não tem concorrentes e, além de caro (350 dólares!), ainda não conta com uma plataforma de venda poderosa o suficiente para alavancar a leitura de livros em formato proprietário, como o iTunes.</p>
<p>Se quiser, o Google pode ajudar bastante a forçar uma mudança rápida no setor. De novo (<a href="https://www.google.com/adsense/login3?gsessionid=skgUgo7Sow4" target="_blank">anúncios online, anyone?)</a>, pode depender da empresa de Page e Brin transformar algo ignorado num setor milionário.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>leituras: 11 de março</title>
		<link>http://www.chaquente.com/2007/03/11/leituras-11-de-marco/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2007 16:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Felitti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não adianta nada tentar comentar todo assunto que aparece por aí &#8211; o Chá Quente, você já deve ter notado, é mais uma coluna de jornal que um amontoado de post-its (e isto é errado? Não sei). Pra isto, segue o primeiro apanhado de textos achados por aí que merecem alguns minutos (horas, em alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não adianta nada tentar comentar todo assunto que aparece por aí &#8211; o Chá Quente, você já deve ter notado, é mais uma coluna de jornal que um amontoado de post-its (e isto é errado? Não sei).</p>
<p>Pra isto, segue o primeiro apanhado de textos achados por aí que merecem alguns minutos (horas, em alguns casos) de atenção em diversos assuntos.</p>
<p>**</p>
<p><img src="http://assets.pitchforkmedia.com/images/image/27095.JoeStevenshangswithDeadBoysleadsingerStivBatorsatCBGBsin1977.jpg?" align="bottom" height="353" width="500" /></p>
<p>A Piauí de fevereiro traz <a href="http://www.revistapiaui.com.br/2007/fev/musica.htm" class="broken_link"  target="_blank">um belíssimo artigo do escritor e historiador Simon Schama</a> sobre o talento de Tom Waits em dissecar o &#8220;sonho americano&#8221; na podridão, aproveitando como gancho o lançamento do triplo <a href="http://www.metacritic.com/music/artists/waitstom/orphans?q=tom%20waits" target="_blank">(e fodido de bom)</a>  <a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;sql=10:82jueaw84xa7" target="_blank">Orphans: Brawlers, Bawlers &amp; Bastards.</a></p>
<p>Ainda na música, <a href="http://www.newyorker.com/arts/critics/musical/2007/01/29/070129crmu_music_frerejones" target="_blank">a New Yorker publicou um (bom) artigo sobre &#8220;Cê&#8221;</a>, o novo álbum de Caetano Veloso, rememorando com adjetivos dignos de estrangeiros trabalhos anteriores do baiano. A leitura vale pela credibilidade de Veloso lá fora.</p>
<p>Na BBC Brasil,  <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/01/070126_ivanlessa_tp.shtml" target="_blank">Ivan Lessa discorre sobre  Second Life</a> de maneira um tanto exagerada, admito, mas com um final de matar a pau.</p>
<p>Já a Slate derruba,<a href="http://www.slate.com/id/2158151/" target="_blank"> no &#8220;jTunes&#8221;, de Paul Collins</a>, a crença de que a venda online de música é sinônimo de explorar a Cauda Longa invariavelmente, com o bloqueio que a Apple fez de artistas regionais na sua iTunes Music Store.</p>
<p>Por fim, <a href="http://www.pitchforkmedia.com/article/feature/41408/Picture_This" target="_blank">a PitchFork entrevista Joe Stevens</a>(acima), fotógrafo que acompanhou pistolões da música entre as décadas de 50-80  &#8211; a matéria traz, inclusive, uma prévia do livro com fotos, atrasado em 12 anos (!).</p>
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		<title>da web: o código aberto e a merda</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jan 2007 01:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Felitti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Duas dicas de leitura online: Lawrence Lessig, o guru de tecnologia por trás do Creative Commons colocou online, em dezembro, seu Codev2, reedição do livro &#8220;Code and Other Laws of Cyberspace&#8221;, sobre impactos da cibercultura na cultura e as leis digitais que regem o ciberespaço. Segunda obra do cara (e primeira a ser distribuída gratuitamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas dicas de leitura online: Lawrence Lessig, o guru de tecnologia por trás do Creative Commons colocou online, em dezembro, <a href="http://codev2.cc/" target="_blank">seu Codev2</a>, reedição do livro <a href="http://code-is-law.org/" target="_blank">&#8220;Code and Other Laws of Cyberspace&#8221;</a>, sobre impactos da cibercultura na cultura e as leis digitais que regem o ciberespaço.</p>
<p>Segunda obra do cara (e primeira a ser distribuída gratuitamente na rede),  <a href="http://www.free-culture.cc/" target="_blank">&#8220;Free Culture&#8221;</a> ganhou <a href="http://tramauniversitario.uol.com.br/compartilhe/cultura_livre.jsp" target="_blank">tradução em português dentro da Trama Virtual </a>pelas mãos do Alexandre Matias, do Trabalho Sujo, mas está inacessível no site da Trama sabe-se lá Deus por quê.</p>
<p>Por sua vez, vem lá <a href="http://www.revistam.com.br/src/index.html" class="broken_link"  target="_blank">a revista Merda</a>, com uma entrevista com o Clodovil (devidamente sentado na privada na capa) com o chapéu &#8220;No ventilador&#8221;.</p>
<p>Parece uma derivada da Bundas não só pelo&#8230;hã-hãm&#8230;nome, mas também pela penca de colaboradores que esbarra em escritores, jornalistas e cartunistas fazendo Merda, <a href="http://www.eufacomerda.com.br/" class="broken_link"  target="_blank">como diz a campanha</a>.</p>
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		<title>internet em livraria = geek</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Dec 2006 01:02:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Felitti</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[É impressão só minha ou tentar achar livros sobre tecnologia até mesmo em grandes livrarias (vide a rede Fnac) ainda é se deparar com calhamaços de guias técnicos para linguagens de programação? Com paciência, você acha livros sobre cultura digital espalhados em Sociologia, Negócios, Humanas e (pasme) até Marketing. Que falta me faz indicações ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É impressão só minha ou tentar achar livros sobre tecnologia até mesmo em grandes livrarias (vide a rede Fnac) ainda é se deparar com calhamaços de guias técnicos para linguagens de programação?</p>
<p>Com paciência, você acha livros sobre cultura digital espalhados em Sociologia, Negócios, Humanas e (pasme) até Marketing. Que falta me faz indicações ao lado das prateleiras&#8230;</p>
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		<title>blogs como mídia principal? blergh!</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Oct 2006 02:52:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Felitti</dc:creator>
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		<category><![CDATA[web social]]></category>
		<category><![CDATA[mídia eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[A popularização dos blogs colocou em xeque a existência de centrais de conteúdo online: com tanta produção de notícias, por que recorrer a um veículo já estabelecido? Balela. Estudo divulgado pela LexisNexis no começo de outubro mostra que, entre 1,5 mil norte-americanos, apenas 6% recorrem à chamada &#8220;mídia emergente&#8221; para se informar sobre assuntos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A popularização dos blogs colocou em xeque a existência de centrais de conteúdo online: com tanta produção de notícias, por que recorrer a um veículo já estabelecido?</p>
<p>Balela. Estudo divulgado pela LexisNexis no começo de outubro mostra que, entre 1,5 mil norte-americanos, apenas <a href="http://www.lexisnexis.com/about/releases/0928.asp" target="_blank">6% recorrem à chamada &#8220;mídia emergente&#8221; para se informar sobre assuntos de alto impacto</a>, como um furacão ou notícias econômicas.</p>
<p>Por outro lado,  <a href="http://news.com.com/Survey+For+big+news%2C+consumers+bypass+blogs/2100-1025_3-6121778.html" target="_blank">canais de TV (50%), rádios (42%) e jornais (37%) são responsáveis por atrair as atenções</a> de grande parte da população dos Estados Unidos.</p>
<p>O resultado da pesquisa coloca em risco a maturidade de blogs, podcasts e wikis como fontes de informação na internet? Longe disto. No mundo real, qualquer banca também expõe <a href="http://www.nytimes.com/" target="_blank">o New York Times</a> e <a href="http://www.horadopovo.com.br/" target="_blank">a Hora do Povo</a> &#8211; muito embora, pela facilidade de ferramentas, a balança online esteja mais para cá que pra lá.</p>
<p>A postura de encarar blogs com pouco credibilidade jornalística se reflete também no mercado brasileiro, como mostra <a href="http://www.verbeat.org/pesquisablogosferabrasil/" target="_blank">a pesquisa Blogosfera Brasil, divulgada de maneira percursora pela  consultoria Verbeat</a> também em agosto.</p>
<p>A elitizada audiência de blogs (com banda larga, faculdade completa e da região Sul-Sudeste) relaciona seus <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/08/29/idgnoticia.2006-08-29.4309357657/IDGNoticia_view" target="_blank">acessos mais por diversão (90,4%) que por informação (72,5%)</a> &#8211; muito embora esta última cifra seja surpreendetemente alta.</p>
<p>Mas quantos blogs jornalísticos de prestígio e credibilidade você conhece que nasceram como blogs e não estão veiculados a grandes centros de mídia? Pois bem, prazer.</p>
<p>Por que, <a href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2062" target="_blank">por mais que jornalista não saiba blogar, como defende o esperto Júlio Dário Borges no Digestivo Cultural,</a> a imensa maioria de blogs está amparada por <strong>grandes editoras</strong> ou <strong>veículos online</strong>.</p>
<p>Veja<a href="http://noblat1.estadao.com.br/noblat/visualizarConteudo.do" class="broken_link"  target="_blank"> Ricardo Noblat</a>, <a href="http://marcelotas.blog.uol.com.br/" target="_blank">Marcelo Tas</a>, <a href="http://blog.estadao.com.br/blog/piza/" target="_blank">Daniel Piza</a>, <a href="http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/" target="_blank">Josias de Souza</a> e a imensa fila formanda na &#8220;blogosfera&#8221; brasileira &#8211; <a href="http://idgnow.uol.com.br/blogs" target="_blank">o próprio IDG é exemplo disto</a>.</p>
<p>No pouco crível mercado de blogs dos EUA, nasceu o político Wonkette, por exemplo, que catapultou <a href="http://www.wonkette.com/politics/jobs/her-time-has-come-190291.php" target="_blank">sua criadora, Ana Marie Cox, ao posto de editora de política da conceituada Time</a>, além do conglomerado Gawker que, crises a parte, se mantém bem e sozinho com seus blogs sobre gadgets e fofocas.</p>
<p>Por aqui, o caminho tomado pelos blogs é o contrário: a empresa de mídia formula um diário como novo canal para antigos profissionais. Tem como a confiança ficar abalada com as velhas caras de sempre?</p>
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