Chá Quente

Jornalismo de tecnologia. Por Guilherme Felitti.

Archive for the ‘Uncategorized’ Category

jussara silveira

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jussara_final

Ela não é bonita, esta roupa transparente também não ajuda muito e sua fala lembra a de uma criança. Mas escute só como Jussara Silveira canta no “Entre o amor e o mar” que, entre temas marítimos de letras meio duvidosas, relê fados com uma delicadeza fodida.

 

Baixe aqui ou, se a grana permitir, compre direto pela Maianga. Vale.

Written by Guilherme Felitti

November 19th, 2007 at 3:33 am

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zé do caixão em são paulo

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Até o dia 25, tem mostra comemorando 50 anos de carreira do Zé do Caixão no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo. Se a caixa ainda é um sonho distante, dá um pulo no centro. São 26 filmes – dos clássicos do terror às semiputarias que o Mojica fez nas décadas de 80 e 90.

Written by Guilherme Felitti

November 16th, 2007 at 2:24 am

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até mais, norman mailer

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nmailer

Norman Mailer morreu. O cara concorreu à prefeitura de Nova York, atuou em filmes e escreveu poesia, mas é foda mesmo escrevendo a prosa realista que depois chamou-se de novo jornalismo – vai ler “Os nus e os mortos”.

Em outubro, a New York publicou uma entrevista em que Mailer, ranzinza e mais conservador que nunca, justificava o apelido de “macho prince of American letters“, botando o cara próximo a um deus.

Written by Guilherme Felitti

November 10th, 2007 at 4:56 pm

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mestrado: no hay proposta

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Um dos propósitos de que colocar o projeto original da tese do mestrado no ar era também usar este blog como um apoio para discutir os caminhos do trabalho, além de sanar algumas dúvidas com os poucos aí do outro lado.

E é pra isto mesmo que este post existe. Quase noves meses depois efetivament do mestrado, começou hoje a me incomodar o fato de que não há uma definição concreta sobre qualé o tema que eu quero levar adiante.

Mudanças na proposta são corriqueiras – você pensa em algo teoricamente com grande apelo, mas vê que ou o assunto é grande demais ou que existem questões mais básicas e que te entusiasmam mais a serem estudadas.

Fiquei na primeira. A tal “viabilidade comercial de serviços de Web 2.0” nasceu como uma resposta à esbórnia financeira da bolha brasileira que ensaiava um retorno (pelo menos na cabeça dos empreendedores) pela avalanche de “serviços de web 2.0″ que surgiam aos montes no Brasil.

Mas já parou pra pensar na quantia de alternativas que podem deixar um serviço dito de colaboração e participação do usuário em pé financeiramente? Patentes de tecnologia, terceirização de soluções, venda para empresas maiores (claro, por quê não?) e, o objetivo deste mestrando, conteúdo criado por sua comunidade.

Vamos nos concentrar (ou fazer um recorte mais apurado, como a academia gosta de dizer) então no conteúdo do usuário – porquê não estudar a viabilidade financeira de serviços online que se mantêm com conteúdo criado pelo usuário. Há exemplos de sucesso lá fora? É possível alguém replicar o modelo no tradicionalmente mirrada mercado brasileiro?

Problema que isto se encaminha pra um mestrado em economia, não tecnologia. Como a popularização de gadgets ajudou a ramificar o jornalismo online? Aí a gente cai num mestrado possivelmente de jornalismo, onde haverá de se explicar conceitos de seleção editorial e lançar um olhar crítico na produção amadora de notícias e a obrigação do “novo editor” em saber separar corretamente.

Em conversa com a Lúcia, surgiu a possibilidade de estudar a tendência de serviços que se apresentam como plataformas para que a produção amadora da comunidade digital se transforme em modelo comercial tanto para o serviço como para o amador. Os objetos de estudo seriam exemplos como o do Flickr, que já de maneira bem incipiente, e do Videolog, que intermedeia anunciantes e usuários que produzam campanhas interessantes.

Notou o grifo no digital? O que impedia a comercialização de conteúdo dos usuários antes da internet? Nada. Ela apenas tornou a exploração do conteúdo exponencial no mesmo conceito destrinchado pelo Chris Anderson chamado de “economia da abundância” que apóia a tal cauda longa. Isto é algo a se considerar na tese pra encarar a banca.

Este me parece o caminho a se seguir, mas ainda não há aquela certeza do objeto a ser estudado que me deixaria tranquilo a ponto de já poder começar a colher material (pesquisa, teoria ou apuraçõa jornalística) pra esboçar o esqueleto da tese sem depois não correr o risco de perder parte das informações por uma imprecisão no recorte.

Outra coisa: um jornalista dentro da academia tem uma tendência a se comportar diferente de quem tem a teoria nas veias. Até mesmo leitores para-quedistas deste blog sabem muito bem que, comparado a muitos de meus colegas, referencial teórico é algo inicial pra mim.

Pior: se a tal da proposta aí de cima (esta maçaroca indefinida ainda) vingar, ficará ainda mais difícil buscar referências teóricas. Se você conhecer livros que apresentem modelos pertinentes próprios da internet, avise. Ajudará a aplacar a ânsia de um mestrando amador.

A principal certeza do desabafo todo é uma: se você quer usar um modelo de base pro seu mestrado, espera que um dia este punhetaço acadêmico todo ganha forma.

Written by Guilherme Felitti

November 7th, 2007 at 3:29 am

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autoramas no inferno

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Não sei onde você estava na madrugada do sábado pro domingo. Mas, nums minutinhos ali, eu me emocionava com três marmanjos que subiam a um palco no final da Augusta com máscaras de lutadores mexicanos.

Faça um favor a si mesmo um dia e vá ver um show do Autoramas, vá.

Nada como um churros espanhol em plena 6h pra matar a fome depois do show…

Written by Guilherme Felitti

September 26th, 2007 at 4:29 am

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a queda nas ações da Apple

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apple_acoes
Para leigos (tipo eu), a melhor explicação para o mercado financeiro está na metáfora do “estouro da manada” – vai um boi, vai uma manada e, em pouco tempo, pronto, o grupo inteiro se foi.

Na última semana, as ações da Apple caíram 5% na quarta após Steve Jobs anunciar a renovação da linha iPod. O motivo foi um corte exageradamente alto e prematuro no preço do iPhone.

Cortes de preços são triviais e ocorre graças à própria natureza do mercado de tecnologia, algo que tem uma certa relação com o raciocínio de Gordon Moore na sua lei.

Pelo menos no mercado de TI, paga-se menos por equipamentos defasados em relação ao que há de mais novo. Todos que se aventuram na tecnologia já sofreram este problema dada a volatilidade do setor.

Mas o corte de Jobs foi cedo e alto demais, o que deu ao mercado uma confirmação extra sobre as supostas vendagens abaixo do esperado do badalado iPhone, que já tinham derrubado as ações da empresa em 4% em julho.

Além da fúria dos early adopters, o corte serviu de prova a quem suspeitava que a Apple não bateria sua previsão de vendas e, para evitar isto, resolvera apelar para um corte de preço antes da hora.

No dia do anúncio, nem as ações da SanDisk nem da Nokia, concorrentes diretas dos produtos anunciados pela Apple, caíram tanto como as da própria Apple.

Implicância? Não. Altas expectativas de mantar o ritmo de inovação, algo que já havia desafiado o Google também. E quando expectativas, jogadas lá no alto pelos investidores e analistas, são frustradas, a manada estoura.

Written by Guilherme Felitti

September 11th, 2007 at 3:50 am

classmate no cerrado

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Depois do Pilotos do Projeto UCA, outro blog sobre os testes do UCA na área: o colégio Dom Alano Marie, em Palmas (TO), criou um blog para ilustrar e contar as novidades sobre os testes com os ClassMate PCs, que começou há cerca de um mês.

Update: O blog Projeto UCA DF também traz fotos e relatos sobre os testes conduzidos com o Móbilis, da Encore, na escola Planalto, em Brasília.

Written by Guilherme Felitti

September 10th, 2007 at 5:54 pm

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guardanapos mal traçados

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napkin

A Esquire manda pra 250 escritores, novos ou experientes, um guardanapo, pedindo que todos retornem histórias escritas ali, em caneta.

Mais de 100 voltaram e a revista está publicando aos poucos no site.

Written by Guilherme Felitti

September 9th, 2007 at 9:18 pm

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dieta para o bolso

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laerte

beckett

É tiro e queda. Clique sobre o novo livro do Laerte pra ver um preview da genialidade do rapaz.

Written by Guilherme Felitti

September 5th, 2007 at 6:21 am

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lavoisier fazendo escola

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Nem bem explodiu no Brasil, o Twitter tem o Gozub, seu clone oficial brasileiro.

O Via6, depois do investimento de capital de risco, está cada vez mais parecido com o Facebook – dê uma olhada na comparação das ações tomadas por seus usuários.

facebook
via6.3

O Digg é o mais amado – além do Rec6, feito pela mesma galera responsável pelo Via6, tem também o Linkk e o EuCurti no panteão de adoradores.

Assim como o Technorati tem o BlogBlogs.

Os empreendedores da chamada Web 2.0 repetem os mesmos caminhos dos primeiros desbravadores online no Brasil, que se espelhavam em modelos externos para tentar ganhar mercado.

Depois ainda reclamam do marasmo do VC para internet no Brasil…

Written by Guilherme Felitti

September 4th, 2007 at 11:22 pm

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