Chá Quente

Jornalismo de tecnologia. Por Guilherme Felitti.

Archive for January, 2009

sílvio meira no NO.

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Sílvio Meira colcou para download gratuito uma compilação de todas as suas colunas no extindo NO. (que depois daria origem ao No Mínimo). Na abertura, o leitor fica sabendo que Meira foi parte fundamental na concepção e realização do NO.

São 100 artigos “pra se ler no feriado“, diz ele (talvez depois de um curso de leitura dinâmica). Estou nos primeiros, o que me impede de opiniões mais avançadas. Mas sabendo que são colunas de Sílvio Meira numa época em que neguinho nem bola dava pra internet, já é bastante animador.

O PDF antecede um especial sobre o futuro da internet. Ou seja: fique ligado no blog do cara.

Written by Guilherme Felitti

January 9th, 2009 at 3:02 pm

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homepage: o ig ficou para trás

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E não sou eu que estou dizendo (agora, já disse antes), mas o próprio ombudsman do portal da Brasil Telecom, Mário Vitor Santos.

Ao contrário de dois concorrentes, o iG não apresentou mudanças em sua capa. A sensação é de que 2009 começou com ar de 2008 em sua homepage.

Menos banners, mais espaço para notícias, harmonia entre cores usadas nos destaques, derrubar a overdose de destaques em nome da usabilidade, maior ordenamento entre conteúdo e editorial?

Lá vai a Globo.com ganhando seu terceiro seguidor.

Written by Guilherme Felitti

January 8th, 2009 at 3:02 pm

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busca de livros google na cultura

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Na miúda, a Livraria Cultura e o Google fecharam acordo para integrar a visualização de livros do Google Pesquisa de Livros`.

Written by Guilherme Felitti

January 8th, 2009 at 3:01 pm

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o livestreaming da campus party 2009

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Semana que vem no ar, diz o BlogBlogs.

Written by Guilherme Felitti

January 7th, 2009 at 3:01 pm

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o novo terra

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Tal como prometido em julho, quando anunciou que se tornaria a TV Globo da internet ao transmitir com exclusividade a Olimpíada de Pequim, o Terra estreou hoje sua nova home, com uma nova barra de navegação horizontal sobre espaços maiores reservados a conteúdo jornalístico e multimídia.

A maioria dos usuários no Twitter ou no próprio blog montado pelo portal para a reformulação condenam a mudança. Eu não. O Terra sempre teve uma postura questionável de conteúdo ao esconder assuntos relevantes nas antiga espremida caixa de notícias abaixo do hard news.

A parte multimídia ganha um destaque óbvio dada a grana gasta pelo portal na América Latina pra passar a Olimpíada ou séries (Lost, Alias, Criminal Minds e Desperate Housewives), notícias (Reuters e CNN), documentários (Discovery Chanel) e filmes online na Terra TV.

Repito o que disse logo após o tal do Projeto Átomo ser revelado:

Cara, não é implicância minha, mas o preview que o Madeira deu e a recente mudança do UOL (entra lá pra ver), que colocou seu título principal sobre as imagens e as chamadas mais impactantes, dão uma impressão que ambos estão mais parecidos, em layout de capa, com a Globo.com – manchetes maiores, imagens grandonas, destaques moduláveis e, no caso do UOL nem tanto, grande projeção dos vídeos na capa.

Depois da nova reformulação do UOL, que derrubou anúncios em nome do conteúdo, a frase ganha ainda mais sentido.

Só falta o iG agora.

Written by Guilherme Felitti

January 7th, 2009 at 3:00 pm

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“a gay orgy starts. too bad jobs is already dead”

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De longe, a parada mais divertida do keynote do Phil “tiozão do churrasco” Schiller (já não bastava o Jobs estar fora, os caras ainda deixam de fora qualquer anúncio mais impactante – novas transições no Keynote, mais um MacBook Pro unibody e iWork online naquelas não é fodão, na boa) ontem foi a hackeada que deram na transmissão ao vivo da MacRumors Live, a mais ágil entre os que se propõem a fazê-lo.

Às 9h24, a morte de Jobs foi anunciada. Às 9h33, começa a orgia gay no Moscone Center. Pena que Jobs já está morto. O invasor foi um filha da puta, sem discussão, mas que pelo menos bom humor o cara tinha, é inegável. As imagens são do TechCrunch.

Written by Guilherme Felitti

January 7th, 2009 at 2:59 pm

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2008: a formal, na carta capital

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Retrospectiva tecnológica formal que subiu no site da Carta dessa semana (é, não parece, mas eu sou colunista lá). Ao longo das semanas, rolam outros posts comentando o que rolou de bom na tecnologia no ano passado.

*

A encruzilhada tecnológica em 2008Consolidação foi um termo impopular durante o ano. Na tecnologia, 2008 será lembrado como o ano em que grandes tomaram as decisões que os acompanharão a frente.

Dois mil e oito será marcado, dentro da tecnologia, como um ano que determinou rumos que poucos gigantes e uma nação de pequenos deverão seguir nos próximos anos. Um ano que marcou a saída de alguns grandes de cena, seja imediata ou apenas iminente, fruto de  decisões erradas.

Não houve maiores impactados durante 2008 que o mercado de internet. De um lado, a gigante do mercado de softwares para PCs, a Microsoft, concretiza uma oferta até então renegada aos boatos de mercado para se fundir ao Yahoo, outrora símbolo dourado das buscas online.

Se tinha como objetivo fazer frente à dominação do Google tanto em buscas como no dinheiro da publicidade online, a verdadeira razão por trás dos 44,6 bilhões oferecidos pela Microsoft, a negociação, mal conduzida pelos executivos de ambos os lados, deixou os potenciais parceiros com as mãos abanando que ambos tinham no começo de 2008.

A trapalhada vem em conjunto. De um lado, o co-fundador e presidente do Yahoo alegava que os 31 dólares oferecidos pela Microsoft por ação da empresa que já foi sinônimo de internet na década de 90 era pouco. A falta de visão de Yang custou-lhe o cargo já no final do ano, quando cada papel do Yahoo, veja só, custava 10,63 dólares.

Do outro, a história dificuldade da Microsoft em adentrar um setor pouco acostumado a um controle centralizado ou por seus usuários aceitarem em limitações que lhes são impostas.

O naufrágio da compra do Yahoo teve como conseqüência imediata a compra do PowerSet, buscador que tenta ver significado nos termos digitados pelo usuário com um altíssimo potencial, mas que, ainda em fase embrionária, não dará à companhia a participação imediata que almejava.

Não foi, definitivamente, um bom começo para Steve Ballmer substituindo Bill Gates como líder máximo da Microsoft. Gates, o multibilionário responsável pela base teórica do sistema operacional usado por 9 entre 10 pessoas no mundo, saiu em 2008 do cotidiano da empresa que ajudou a fundar para cuidar da sua fundação filantrópica, a Bill & Melinda Gates Foundation. Aposentou-se para cuidar da caridade.

Com ambos batendo cabeça, o Google teve um ano para se lembrar, não? Errado. Dois e mil e oito marcará também o ano em que o mercado viu que a exuberância do buscador, tem sim, limite. As ações do Google abriram o ano avaliadas em 685 dólares cada. A dias de 2009, os papéis ameaçam passar da faixa dos 300 dólares, em perda de mais da metade do seu valor em apenas 12 meses.

Não entenda que o buscador não tem o que comemorar no ano. Dois mil e oito vai embora com um Google cada vez mais líder em buscas: 63,5% das buscas em novembro foram no serviço, contra 58,4% no final de 2007, em dados da comScore. Em 2008, o Google manteve a escrita dos grandes anúncios inesperados (como foi com OpenSocial e Android em 2007) e peitou a Microsoft em outra área de sua dominação: os browsers.

Chrome chegou de susto em setembro não apenas para roubar mercado do Internet Explorer, que tem pouco menos de 80% do setor, mas também do Office – com sua função que permite que serviços online sejam acessados a partir do desktop, o Chrome transforma o Google Docs em rival direto do dominante pacote corporativo da Microsoft.

Quem pode, em 2009, tomar o mesmo rumo que Bill Gates é seu eterno antagonista (e vice-versa) Steve Jobs. Boatos sobre a saúde do fundador e presidente da Apple aumentavam a cada aparição pública de Jobs – alimentava-se a idéia de que, talvez, o câncer pancreático que o acometeu em 2004 tivesse voltado.

O anúncio de que Jobs não fará a tradicional apresentação de abertura da MacWorld Expo, evento anual centrado nos produtos da Apple em São Francisco, atingiu a saúde financeira da empresa – a Oppenheimer & Co passou a desaconselhar a compra de ações da Apple em médio prazo.

Não fosse o lançamento (e posterior sucesso) do iPhone 3G em dezenas de mercados pelo mundo, replicando a estratégia (arriscada para operadoras) adotada pela AT&T nos Estados Unidos, perigava Jobs ser a principal notícia do ano dentro da sua empresa.

No Brasil, o iPhone 3G chegou por três operadoras com preços que atingem até os 2,6 mil reais, em uma movimentação cercada mais de glamour no lançamento do que da prometida democratização da internet móvel e que dá ao Brasil o desconfortável prêmio de iPhone mais caro da América do Sul.

Houve também as rebarbas da crise econômica norte-americana em um setor historicamente dominado por tecnologias e investimentos norte-americanos. As demissões pegaram todos os níveis – da gigante Sony mandando 8 mil embora a startups que, com suas poucos demissões, levaram às ruas grande parte de suas mão de obra.

No Brasil, a histórica dependência de mercados internacionais para a fabricação dos semicondutores, o material básico para qualquer produto eletrônico, terá como principal impacto da crise o aumento nos preços de TVs, computadores, laptops, monitores, câmeras digitais e afins.

Os grandes prejudicados, acredite, não são aqueles que terão de economizar mais dois meses até pagar a vista um LCD de 42 polegadas, mas a massa de novos internautas que ainda migra de LAN house em LAN house atrás de uma conexão decente para ver vídeos no YouTube ou amigos no Orkut.

O forte ritmo de inclusão digital (já falamos sobre isto aqui na Capital Digital) registrado nos últimos 3 anos deve ser freado em 2009 tanto pelo encarecimento dos computadores nas prateleiras como pelo encolhimento do crédito às classes mais baixas. Quanto mais o dólar sobe, menos os excluídos digitais têm chances de mudarem este estado.

Dois mil e oito ainda foi o ano dos netbooks, os computadores de bolsa menores que laptops; da consolidação das redes sociais (Orkut por aqui, MySpace nos EUA e Facebook no mundo); do Twitter como novo meio de comunicação em seus 140 caracteres; da contínua maturidade dos blogs; da TV Digital amargando baixíssima audiência em seu primeiro ano e de tantos outros assuntos tecnológicos.

As decisões tomadas durante o ano colocam 2008 como uma encruzilhada tecnológica – os próximos anos serão desdobramentos diretos de muitas escolhas feitas nos últimos dose meses. Até 2009.

Written by Guilherme Felitti

January 6th, 2009 at 2:58 pm

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a música em 2008 pelo hypem

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O ranking do HypeM pra 2008 é bem melhor para quem quer encontrar música nova boa que o do Last.FM – aqui, as opções estão além de Coldplay, MGMT e Jack Jonhson.

Written by Guilherme Felitti

January 6th, 2009 at 2:58 pm

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kind of blue original pra ouvir

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“Kind of blue”, o disco de jazz mais importante da história a ponto de ter ganho um livro só para explicar como foi feito e seu impacto na música, viu todos os takes de gravação originais vazarem.

Os detalhes de cada um dos dois de gravações (02 de março e 22 de abril) também estão disponíveis para os mais entusiastas. Presente do With Lasers.

Update: sei lá por quê caralhos os players não rodem nesse blog. Vá ao With Lasers pra ouvir lá os takes. Vale a pena.

Written by Guilherme Felitti

January 6th, 2009 at 2:57 pm

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o uso brasileiro do twitter

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Raquel Recuero, a maior entendedora de redes sociais que você encontrará no Brasil, tá fazendo uma pesquisa para tentar aferir os hábitos dos brasileiros no Twitter.

35 perguntas, sendo que nem todas são obrigatórias. Dá um pulo lá e ajude um setor tradicionalmente carente de dados, vá.

Written by Guilherme Felitti

January 5th, 2009 at 2:56 pm

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