leituras 24 de junho
Na Rolling Stone, o olho dá o tom da matéria: “na era do MP3, a qualidade sonora é pior que nunca“. Leia e vá ouvir “Thunder in the mountain”, do Bob Dylan, e “Around the world”, do RHCP, pra entender o ponto. Fica a dica: torrents, de 256 Kbps pra cima.
Com o projeto de lei que cria a profissão de escritor em tramitação, Jonas Lopes pergunta a Milton Hatoum, Sérgio Rodrigues e Antonio Fernando Borges se a profissão precisa de oficialização formal.
Dentro do Google Book Search (ou Busca de Livros, ao seu gosto), Helen Caldwell explica por que “Dom Casmurro” é o “Otelo” brasileiro e traça relações entre o mouro cego de ciúme de Shakespeare e o bipolarismo de Bento Santiago de Machado de Assis (aliás, Machado ou Guimarães?).
Na CNet, Stephen Shankland entrevista longamente Udi Manber, o responsável pela qualidade dos resultadosde busca apresentados pro usuário. Manber é o chefe do enxuto grupo responsável pelo algoritmo do Google (o NYTimes já tinha entrado lá), o que faz dele um figurão abaixo apenas do triunvirato.
No Wall Street Journal (é, é fechado, eu sei), Robert Guth explica a conturbada relação entre Bill Gates e Steve Ballmer, que viu seu emprego ser questionado após o término das negociações com o Yahoo e como a saída de Gates pode piorar ainda mais a situção de Ballmer, no tipo de matéria que só alguém com tempo, fontes e competência consegue.
O último e motivo da ilustração não é uma leitura: o Viva Calaca! conta em 3 minutos, por meio de caveiras dançantes e uma animação de deixar ilustrador babando, a história por trás do Dia dos Mortos, tradicional no México (a “santa” do Dia de los Muertos, Dona Muerte, enfeita minha mesa de jantar bela e magrela apoiada num cactus depois da viagem pra lá).






