a olimpíada com reset de pacotes
O Comitê Olímpico Internacional ainda tentou esclarecer a questão, mas o problema era grande demais para ser corrigido com uma notinha: o órgão Olímpico máximo foi conivente com a censura da internet para jornalistas que cobrirão os Jogos Olímpicos.
Além de constrangedora para o COI, a confirmação desmente o próprio comitê organizador chinês que, em 2006, prometera que jornalistas teriam total liberdade online para navegar na internet enquanto estivessem no país.
A prova foi suficiente para a chiadeira de grupos como a Humans Rights Watch, Repórteres sem Fronteira e OpenNetInitiative. Você conhece mais detalhes técnicos sobre a Great Firewall of China na ótima matéria de James Fallows no The Atlantic.com.
Se você quer entender o porque das empresas de tecnologia obedecerem às leis chinesas, procure ler o posfácio que John Battelle (que já se questionava quanto à liberdade online em abril) escreveu na segunda edição do seu ¨The Search¨, que diz respeito principalmente à ação do Google no país.
Update: parece que a China deu uma alivida depois da pressão com o anúncio do COI.






