o tecnobrega ensina a indústria da música
Enquanto a RIAA se enrola em frente aos consumidores que a sustenta, o tecnobrega vai indicando caminhos bem palpáveis sobre como o copyright pode ser repensado.
Em matéria que cita estudo da Fundação Getúlio Vargas (coordenado pelo incansável Ronadl Lemos) sobre o fenômeno musical no Pará, Thiago Ney esclarece na Folha de São Paulo desta terça-feira (27/03) o “open bussiness” que rege o negócio.
Grupos de aparelhagem gravam músicas em estúdios caseiros, espalham entre DJs da região e, conforme o sucesso alcançado, são contratados para shows na região – a grana dos artistas vem daí, uma simbiose com quem grava coletâneas de sucessos que vão rodar de mão em mão.
O mesmo fenômeno, também impulsionado pela massa, mas ignorado pela indústria, deu corpo ao funk carioca até que alguns artistas transbordassem as rádios comunitárias e fossem parar no dial comercial.
A história é muito bem detalhada pelo Sílvio Essinger no “Batidão – Uma História do Funk”, leitura recomendada pelo Chá que ainda vai impulssionar um artigo sobre o fenômeno da Cauda Longa dentro do funk carioca.
Sem preconceitos, por favor.
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weeesm
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j. noronha
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Alexandre Fugita






